Dança de Rua

Popping

Boogaloo Sam, nascido em Fresno, pequena cidade da Califórina (Estados Unidos) foi o responsável pela criação do estilo Popping. Como muitos nos Estados Unidos, Boogaloo Sam também tinha seu grupo de Locking no inicio dos anos 70, porém em meados de 75 ele começou a conceber seu próprio estilo. Seu grupo, Electronic Boogaloo Lockers então mudou o nome para Electric Boogaloos.

Surgiu no início dos anos 70 em uma pequena cidade americana chamada Fresno na Califórnia. Seu criador foi Boogaloo Sam que logo mais formaria um grupo chamado Electric Boogaloo. O Popping é a evolução de uma dança antiga, o Robot (que era apenas a cópia dos movimentos mecânicos de um robô). Mas o estilo ficou muito mais complexo, pois, não é tão frio como o Robot, tem muito mais energia e se apropria de movimentos de ilusão, mímica, lown (palhaço), desenhos animados e dança indiana, também foi inspirado por passos usados pelo cantor James Brown que ele mesmo chamava de Boogaloo (fazendo ondas pelo corpo).

Boogaloo Sam eletrificou o Robot e somou ao Boogaloo de James Brown. Do Popping também surgiu um passo muito conhecido e usado por Michael Jackson, originalmente Back-Slide (deslizar para trás), pois Moonwalk como foi chamado por Michael, na verdade é quando se desliza para frente. Boogaloo Sam, irmão de Poppin Pete que atuou no filme Break Dance, no clipe Bean it de Michael Jackson entre tantos outros, ele também fazia parte do Eletric Boogaloo. Apesar de ser criado em Fresno, muitas cidades da região como Backersfield, Sacramento e Compton, desenvolveram seu estilo e passos próprios no Popping. Isso ajudou a desenvolver a dança mais ainda. E quando chegou até o mundo nos anos 80 já era algo extraordinário.

Grandes dançarinos da segunda geração como Boogaloo Shrimp (Turbo no filme Break Dance) e Poppin Taco (filme Break Dance) ficaram conhecidos no mundo inteiro por causa de suas inovações no Popping. Muitos dançarinos da primeira geração como Poppin Pete, Skeeter Rabbit continuam na ativa até hoje e viajam o mundo passando para as próximas gerações a verdadeira essência do Popping.

Características do Popping: Toda a técnica da dança está na contração da musculatura do braço, antebraço, perna, peito e pescoço. O dançarino relaxa e contrai o músculo como em um choque elétrico .

BROOKLYN ROCK / UP ROCKING

Dança de Rua

Brooklyn Rock (Up Rocking)

Estilo criado entre 1967 e 1969 pelos dançarinos (Rockers) Rubber Band e Apache no bairro do Brooklyn em Nova York (Estados Unidos). Rubber Band desenvolveu a dança com o passo "Jerk" e Apache contribuiu com o gestual das mãos, conhecido como "Burn". Muitas Gangs aderiram ao estilo no inicio dos anos 70 para resolverem suas diferenças sem usar violência. Logo depois o Up Rocking deixou de ter uma relação apenas com os membros de gangs e passou a ser uma linguagem de dança que vários jovens aderiram. Muitos grupos de Up Rock marcaram o nome na história como: Touch of Rock, Nasty Rockers, Mysterious Rockers, MTC Jigabugs, Dynamic Spinners, Non Stop Rockers, All Star Rockers, Symphony Rockers, IND Dancers, Supreme Rockers dentre outros.

Características do Up Rocking: O estilo consiste em uma dança que simula uma luta. Dois grupos de dançarinos se formam em linha, sendo que cada indivíduo fica frente a frente. Essa formação é chamada de "Apache Line".

A música é o guia não somente rítmico, mas também lírico para executar os Burns e Jerks. Vence aquele que interpretar melhor a música e "humilhar" seu oponente com sua criatividade ao executar os Burns.
No meio dos anos 70 a dança Up Rocking Original desapareceu, porém deixou sua herança com os B.Boys do bairro do Bronx que continuaram fazendo seus passos.
Cabe lembrar que o dançarino de up rocking era denominado de rocker.

BOOGALOO

Dança de Rua

Boogaloo

Estilo criado por Boogaloo Sam (o mesmo criador do Popping) em meados dos anos 70. Sam uma certa vez viu um homem velho andando pela rua usando um andador. Inspirado no movimento que o homem fazia para andar ele criou o Boogaloo. Sam estava depois de um tempo dançando em frente de sua casa quando um vizinho disse a ele: "Isso Sam, faça o Boogaloo". A partir desse dia a dança ficou batizada como Boogaloo e seu nome também.

Características do Boogaloo: Toda a dança é feita com movimentos circulares; seja com as pernas, joelhos ou cabeça. Você pode fazer o Boogaloo somado ao estilo Popping, eles chamam isso de Boogaloo Style.

O FUNK

Dança de Rua

O Funk

O Funk é um estilo bem característico da música negra norte-americana, desenvolvido por artistas como James Brown e por seus músicos, especialmente Maceo Parker e Melvin Parker.

O funk pode ser melhor reconhecido por seu ritmo sincopado, pelos vocais de alguns de seus cantores e grupos (como Cameo, ou os Bar-Kays). E ainda pela forte e rítmica seção de metais, pela percussão marcante e ritmo dançante.Nos anos 70 o funk foi influência para músicos de jazz (como exemplos, as músicas de Miles Davis, Herbie Hancock, George Duke, Eddie Harris entre outros).

Os músicos negros norte-americanos primeiramente chamavam de funk à música com um ritmo mais suave. Esta forma inicial de música estabeleceu o padrão para músicos posteriores: uma música com um ritmo mais lento, sexy, solto, orientado para frases musicais repetidas (riffs) e principalmente dançante.

Funky era um adjetivo típico da língua inglesa para descrever estas qualidades. Nas jam sessions, os músicos costumavam encorajar outros a “apimentar” mais as músicas, dizendo: Now, put some stank (stink/funk) on it!” (algo como “coloque mais ‘funk’ nisso!”).

Num jazz de Mezz Mezzrow dos anos 30, Funky Butt, a palavra já aparecia. Devido à conotação sexual original, a palavra funk era normalmente considerada indecente. Até o fim dos anos 50 e início dos 60, quando “funk” e “funky” eram cada vez mais usadas no contexto da soul music, as palavras ainda eram consideradas indelicadas e inapropriadas para uso em conversas educadas.

A essência da expressão musical negra norte-americana tem suas raízes nos spirituals, nas canções de trabalho, nos gritos de louvor, no gospel e no blues.

Na música mais contemporânea, o gospel, o blues e suas variantes tendem a fundir-se.

O funk se torna assim uma fusão do soul, do jazz e do R&B.

Somente com as inovações de James Brown e Sly and the Family Stone em meados dos anos 60 é que o funk passou a ser considerado um gênero distinto. Na tradição do R&B, estas bandas bem ensaiadas criaram um estilo instantaneamente reconhecível, repletos de vocais e côros de acompanhamento cativantes. Brown mudou a ênfase rítmica 2:4 do soul tradicional para uma ênfase 1:3, anteriormente associada com a música dos brancos - porém com uma forte presença da seção de metais. Com isto, a batida 1:3 virou marca registrada do funk 'tradicional'. A gravação de Brown feita em 1965, de seu sucesso "Papa's Got a Brand New Bag" normalmente é considerada como a que lançou o gênero funk, porém a música Outta Sight, lançada um ano antes, foi claramente um modelo rítmico para "Papa's Got a Brand New Bag."

Década de 1970 e atualidade

Nos anos 70, George Clinton, com suas bandas Parliament, e,posteriormente, Funkadelic, desenvolveu um tipo de funk mais pesado, influenciado pelo jazz e Rock psicodélico. As duas bandas tinham músicos em comum, o que as tornou conhecidas como 'Funkadelic-Parliament'. O surgimento do Funkadelic-Parliament deu origem ao chamado P-Funk', que se referia tanto à banda quanto ao subgênero que desenvolveu.

Outros grupos de funk que surgiram nos anos 70 incluem: B.T. Express, Commodores, Earth Wind & Fire, War, Lakeside, Brass Construction, KC & Sunshine Band, Kool & The Gang, Chic, Fatback, The Gap Band, Instant Funk, The Brothers Johnson, Skyy, e músicos/cantores como Jimmy "Bo" Horne, Rick James, Chaka Khan, Tom Browne, Kurtis Blow (um dos precursores do rap), e os popstars Michael Jackson e Prince. Nos anos 80 o funk tradicional perdeu um pouco da popularidade nos EUA, à medida em que as bandas se tornavam mais comerciais e a música mais eletrônica. Seus derivados, o rap e o hip hop, porém, começaram a se espalhar, com bandas como Sugarhill Gang e Soulsonic Force (em parceria com Afrika Bambaataa). A partir do final dos anos 80, com a disseminação dos samplers, partes de antigos sucessos de funk (principalmente dos vocais de James Brown) começaram a ser copiados para outras músicas pelo novo fenômeno das pistas de dança, a house music.

Nesta época surgiu também algumas derivações do funk como o Miami Bass, DEF, e a ramificação latina da Freestyle Music conhecida no brasil como Funk Melody que também faziam grande uso de samplers, Caixas de ritmos e baterias eletrônicas. Tais ritmos se tornaram combustível para os movimentos Break e Hip Hop.

Os anos 80 viram também surgir o chamado funk-metal (também conhecido como funk rock), uma fusão entre guitarras distorcidas de heavy-metal e a batida do funk, em grupos como Red Hot Chili Peppers e Faith No More.

Foi um grande movimento cultural que começou no final dos anos 60 e durou até o inicio dos anos 80. Naquela época a música Soul começou a dar lugar a um estilo de música mais forte, com uma batida mais densa. Os temas das músicas deixaram a alma (soul) para falar de assuntos cotidianos, ou inúmeros tipos de metáforas que sempre tinham o bom humor como inspiração.

A dança Funk nasceu nesse ambiente, pois o corpo precisava se manifestar diante de uma música tão cativante. Essa dança é denominada pelos americanos como Social Dance, pois era uma dança que todos sabiam fazer, que em seu lugar de origem era como o ato de respirar. Por ser uma Social Dance o Funk não é considerado Street Dance, pois seus passos serviram de base para a origem dos outros estilos. O Funk por si só não se desenvolveu como linguagem corporal a ponto de se tornar um estilo. Cada “passo” era encarado de forma separada, como se cada passo fosse uma dança onde os dançarinos apenas o repetiam inúmeras vezes ao som da

música. Era uma celebração, uma Social Dance.

Sem dúvida, o pioneiro do Funk foi o cantor James Brown, que inventou vários passos que se tornaram essenciais. James Brown é considerado o pai da música Funk e grande mestre da dança. (nota: outros exemplos de Social Dancers americanos seria o Country)

Quando se estuda profundamente os estilos originais e contemporâneos da Dança de Rua se vê claramente a influência da Dança Funk. Sendo assim toda a Dança de Rua tem que ter o "Feeling" do Funky, é a base de tudo.

Sabe-se de passos de Funk que deram origem a danças de rua, como o Good Foot que de uma forma estilizada deu origem ao Top Rock dos B.Boys e o Funky Chicken que ajudou Don Campbellock a criar a dança Locking.

Os estilos surgidos na Califórnia, que são mais complexos e em mai

or número, possuem uma dezena de gêneros irmãos que influenciaram e foram influenciados pelo funk de James Brown.

O funk ganhou espaço na mídia brasileira há pouco menos de uma década, embora sua história tenha quase trinta anos. O nascimento deste ritmo, como a de muitos outros no Brasil, está intimamente ligado aos Estados Unidos.

O pianista norte-americano Horace Silver, na década de 60, pode ser considerado o pai do funk. Silver uniu o jazz à soul music e começou a difundir a expressão "funk style". Nesta época, o funk ainda não tinha a sua principal característica: o swing. Foi com James Brown que o estilo tornou-se dançante e ganhou o mundo.

A soul music foi trazida ao Brasil por cantores como Gerson King Combo, que lançou em 1969 o disco Gerson Combo Brazilian Soul, com sucessos brasileiros como Asa Branca executados com a batida importada dos Estados Unidos. Tim Maia, Carlos Dafé e Tony Tornado também começaram a tocar sucessos do soul e adotaram a atitude e o estilo americanos do Black Power, fundando o movimento Black Rio. A grande musa da época era a paulistana Lady Zu.

Na década de 70 surgiram as primeiras equipes de som no Rio de Janeiro, como a Soul Grand Prix e a Furacão 2000, que organizavam bailes dançantes. Os primeiros bailes eram feitos com vitrolas hi-fi e as equipes foram, aos poucos, crescendo e comprando equipamentos melhores.

O legítimo funk carioca - A partir da década de 80, o funk no Rio foi influenciado por um novo ritmo da Flórida, o Miami Bass, que trazia músicas mais erotizadas e batidas mais rápidas. Para os especialistas em música, o funk carioca não pode ser chamado de funk: é apenas uma derivação do Miami Bass.

Apartir de 1989, quando os bailes começaram a atrair cada vez mais pessoas, foram lançadas músicas em português. As letras retratavam o cotidiano dos freqüentadores: abordavam a violência e a pobreza das favelas. "Na época, o funk falava sobre as drogas, as armas, os comandos, mas artistas desta fase, como Claudinho e Buchecha, evoluíram para outros tipos de tema", afirma Ivo Meirelles, do Funk'n'Lata. Ao mesmo tempo que as músicas abordavam o cotidiano das classes baixas, alguns bailes começaram a ficar mais violentos e ser palco de "brigas de galeras", onde pessoas de dois lugares dividiam a pista em duas e quem ultrapassasse as fronteiras de um dos "lados", era agredido pela outra galera.

A pressãoda polícia, da imprensa e a criação de uma CPI na Assembléia do Rio de Janeiro em 1999 e 2000 acabaram com a violência em grande parte dos bailes, ao mesmo tempo que as músicas se tornaram mais dançantes e as letras, mais sensuais. Esta nova fase do ritmo, descrita por alguns como o new funk, se tornou sucesso em todo o país e conquistou lugares antes dominados por outros ritmos, como o Carnaval baiano. A Furacão 2000 continua uma das principais equipes de som e produtoras do mercado e hoje tem, ao lado de Rômulo Costa, uma nova cara: Verônica, sua mulher, que se descreve como a "Mãe Loura do Funk, glamourosa e purpurinada".

OFICINAS

Atualmente, a Família HIP HOP de Caxias do Sul, realiza Oficinas,Shows, Eventos e Workshop sobre os quatros elementos da cultura e o movimento HIP HOP, onde através da Dança, Graffiti e o RAP, artistas desta cultura urbana, procuram passar um Conhecimento e uma Ideologia através da Arte, trabalhando também o cotidiano de cada lugar, com Crianças e Adolescentes, em Escolas e Bairros Periféricos de Caxias do Sul, como: Fátima Abaixo, Reolon, vale verde, Mariani, Vale da Esperança, Cidade Nova, Industrial, Montes Claros e Morada feliz.


O grupo de Dança de Rua Oeste Crew, formado dentro da Família HIP HOP, vêm realizando um trabalho Social com 12 crianças e adolescentes desde 2006 no bairro Reolon, onde são ensinados os passos básicos das quatro danças do HIP HOP ( POPPING, LOCKING, B.BOYING, UP ROCKING), que acontecem nos horários de ensaios do grupo, no Centro Comunitário do bairro Vale da Esperança, todos os dias da semana de segunda a sábado.


A família HIP HOP de Caxias do Sul,vem participando de Programas e Atividades organizadas pela SMC (Secretária Municipal da Cultura) como: O Bairro Faz, Programas de Oficinas , Workshop em Escolas e bairros de Caxias do Sul, Shows e Eventos.

Recentemente participa de um programa de Oficinas oferecidos pela SMC, onde è trabalhados os quatro elementos da cultura HIP HOP juntos,em Centros Comunitários dos bairros: Vale da Esperança, Fatima Abaixo, na antiga Estação Férrea e Workshop em Escolas da cidade.

E realizam trabalhos juntos com algumas entidades, como a Casa Brasil Região Oeste, onde é atendido mais de 36 crianças e adolescentes em torno de 9 a 17 anos todas as semanas, nas oficinas de graffiti e B.Boying, com aulas Práticas e Teóricas, Realizadas pelo Oficineiro Mairon Carvalho (Sagaz), uma das Referências na parte da dança B.Boying em Caxias do Sul.


Em parceria da Casa Brasil Região Oeste, a Família HIP HOP vem aumentando o valor e o reconhecimento desta cultura, dando assim, um maior espaço para as atividades e o crescimento desta forma artística de se expressar, priorizando o estudo e o respeito como cidadão, aumentando o espaço de lazer para muitas pessoas vulneráveis as atividades ilegais, como o Tráfico de drogas, e confrontos armados. Dando assim, mais oportunidades para quem realmente Nescessita.



Se estiver interessado em nos conhecer ou aprender um pouco sobre esta cultura que realmente faz a diferença, entre em contato com a gente pelo e-mail :

soulfunkysgz@gmail.com

HIP HOP NÃO PARA !!!

A FAMÍLIA


Grande parte da juventude das áreas periféricas da cidade, é excluida socialmente,gerando e tornando-se vítimas da violência e conflitos urbanos.
O alto índice de desemprego a cada dia maior entre os jovens, é um dos elementos que contribuem para que esta população fique expostas a ofensivas das atividades ilegais, como o tráfico de drogas e conflitos armado.

A Família HIP HOP de Caxias do sul,que vem proporcionando um espaço fisico e cultural, em comunidades de baixa renda, para a centralização e a organização das atividades culturais produzidas por artistas da cultura HIP HOP desde 1999, como oficinas de DJ, B.BOYNG, GRAFFITI, MC, Tem o objetivo de fortalecer o movimento e a cultura na Periferia, tendo assim o crescimento do mesmo.

Atualmente, o grupo realiza Shows, Eventos, Workshop, Oficinas de Formação e Informação dos 4 elementos do HIP HOP, onde visa manter os princípios básicos de sobrevivência, estimulando a Expressão Cultural e a União da Juventude dos bairros periféricos de Caxias do Sul.

O respeito, a Humildade, O estudo, entre outros assuntos que estão não só no nosso dia-dia, mas como cada um vê de acordo com sua realidade, tentando através do Breaking, do Graffiti, do RAP, passar uma mensagem, uma idéia certa e diferente do que estamos acostumados a lidar.

já se passaram 10 Anos de correria, muita coisa mudou, pessoas mudaram, mas o trabalho e a ideologia continuam o mesmo, muitos entraram, outros saíram, mas o espírito e o conceito nunca mudaram, pois o HIP HOP não é brincadeira, não é somente diversão, ou estilo musical, assim como para várias pessoas, HIP HOP é um modo de vida.